Muçulmanos no Brasil querem fim do Judaísmo e do Cristianismo: Não diga?

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Mais de 900 mil cristãos foram martirizados nos últimos 10 anos em decorrência de sua fé, mormente no Oriente Médio e na África, afirmou empresa de pesquisa cristã afiliada ao Seminário Teológico Gordon-Conwell, em Massachusetts (EUA); o êxodo judaico dos países árabes e muçulmanos a partir de 1948 foi, em verdade, um processo de expulsão em massa das comunidades judaicas estabelecidas nos países de maioria árabe e islâmica, tendo como pretexto principal o restabelecimento do Estado de Israel; não é razoável, então, alguém quedar-se surpreso com o título desta  notícia veiculada pela Veja e repercutida pelo Antagonista:

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Ah, vá! Sério mesmo? Cristão e judeus em choque – só que não.

Despertou a atenção a frase do xeque dando conta de que as pessoas “lidam com o Islamismo de forma natural” em países de maioria muçulmana: quer dizer que cristãos e judeus são bem-vindos por lá? Estranho, porque 16 deles proíbem a entrada de “infiéis” em suas fronteiras. Em número muito maior são os que não permitem a construção de sinagogas e templos de louvor a Cristo em seu território. O natural por aquelas bandas, pois, é justamente a segregação religiosa, a qual não tardaria, por certo, para começar a ser difundida pelos adoradores de Alá em terra brasilis – aproveitando a brecha aberta pelo multiculturalismo, os muxoxos contra uma suposta islamofobia, bem como o apoio da esquerda e o suporte esquizofrênico dos movimentos feministas.

E o que viria a ser a aventada “forma equivocada de lidar” com a religião de Maomé? Parece-me que o equivocado aqui é o próprio entrevistado, pois a lei islâmica, a Sharia, prescreve a missão de que toda a humanidade seja convertida ao Islã  (ou encare os brandidos da cimitarra), para que seja formado um califado mundial – já almejado pelo Império Otomano. O “errado”, portanto, não é o muçulmano extremista, mas sim aquele que aceita conviver harmonicamente com outras crenças.

A este, aliás, caberia tomar precauções para com seus correligionários “cegos pelo credo”, visto que, aos olhos daqueles que seguem ao pé da letra o Corão, não discriminar (na melhor das hipóteses) cristão e judeus implica em desvirtuar os versos sagrados. Melhor entrarem eles em um acordo interno para que se possa definir, então, quem é “radical” e quem não é.

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Cedo ou tarde, seguidores fiéis da religião que mais persegue gays e humilha mulheres no planeta acabam, inevitavelmente, por entrar em conflito com os princípios da sociedade do hemisfério ocidental que os recebeu de braços abertos – afinal, foram justamente os valores judaico-cristãos que forjaram a civilização mais livre e agraciada com a melhor qualidade de vida  da história. É absolutamente esperada, pois, esta “radicalização” das comunidades muçulmanas contra costumes tidos por sua religião como blasfêmias, aos quais não lhes é facultado adaptar-se – sob risco de afrontar os desígnios do profeta militar que decapitava em profusão.

Não por acaso, países como a Holanda movem-se para banir a Sharia desde 2011, tendo em conta que “a mesma não tem raízes nos princípios que formam a cultura holandesa; os nossos direitos, a forma como tratamos o próximo, as nossas normas sobre o bem e o mal foram todas moldadas pelo Cristianismo”, conforme prevê um dos projetos de lei apresentados pelo parlamento local. Tal iniciativa vai na mesma direção da postura adotada pelo Japão em relação aos redutos islâmicos, os quais são monitorados permanentemente pelo governo, com apoio total da imprensa e da população, resultando nos escassos atos terroristas em solo japonês.

Ninguém, afinal, quer tomar o posto da Suécia de “capital do estupro”, assolada diariamente por episódios violentos em seus subúrbios desde que resolveu fazer de conta que “a religião da paz e do amor” era só uma forma diferente de rezar – realidade esta denunciada por Trump e desdenhada pela mídia tradicional. Viva a diversidade – muito embora o pessoal de Hijab não pareça ter muita liberdade de escolha.

Rodrigo Jalloul faz a ressalva de que tais extremistas não estariam ligados à grupos terroristas, só que o que ele não compreende (ou não quer dizer) é que esta incompatibilidade entre os normas islâmicas e nosso modo de viver (incluindo a democracia e o Estado secular/laico) é que gera a repulsa, o ódio que irá, eventualmente, insuflar o espírito do homem-bomba – ou homem-caminhão, tanto faz – e condenar à morte pessoas inocentes (até mesmo ateus, outra excrescência para os muçulmanos ). Ou seja, a semente do terror está semeada no Brasil, sim – não que nossa população já não esteja acostumada à violência de padrões sírios, mas submetê-la a mais essa bronca é sacanagem da grossa.

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O Império Mouro (muçulmano), que conquistou o norte da África, Oriente Médio e Península Ibérica ( onde hoje se localizam Portugal e Espanha) escravizando europeus,  destruindo igrejas e praticando genocídio de dissidentes religiosos por 741 anos, é uma das muitas versões “retrô” do ISIS. Com o regime de Califado, um homem seria escolhido por Deus para liderar o povo muçulmano na conversão do mundo todo para o islamismo. Eis aí o sentimento de querer “pregar o fim de cristãos e judeus” já batendo à porta em nosso país.

Cabe aqui transcrever as palavras de Olavo de Carvalho ainda em 2007, antecipando este processo de islamização do ocidente que ora atravessamos:

Continua, portanto, válida a análise feita em 1924 por René Guénon (ele próprio um mussulmano) em Orient et Occident, segundo a qual o Ocidente só teria, daquele momento em diante, três caminhos a escolher: a reconquista da tradição cristã; a queda na barbárie e em conflitos étnicos sem fim; e a islamização geral. Os que pretendem defender o Ocidente na base do laicismo ou do ateísmo só concorrem para fortalecer a segunda alternativa, ante a qual a terceira pode surgir, mais dia menos dia, até como alternativa humanitária. A “civilização laica” não é uma promessa de vida: ela é a agonia de uma humanidade declinante que, um minuto antes da morte, terminará pedindo socorro ao Islam.

Como dizem meus amigos cariocas: sinistro, mané. E o pior é que, diferentemente do xeque xiita supracitado, as lideranças islâmicas não costumam negar nada do que foi afirmado neste texto; ao contrário, fazem questão de deixar claro para quem quiser filmar e difundir, sem o menor constrangimento:

Antes que alguém imagine que se está a sugerir que fechem-se as fronteiras ou deportem-se todos os militantes desta ideologia, o que deve ser vedado (tanto pelo Estado quanto pela sociedade) é a possibilidade de viver no Ocidente sob os ditames da Sharia.

Tipo assim: você quer fugir de um país islâmico e vir viver em nossa civilização? Sem problemas, mas deverá adaptar-se a nossos valores e costumes – e pode ter certeza que seguir a lei islâmica torna esta tarefa impossível (especialmente no que tange à falta de liberdade, à submissão das mulheres e à amálgama entre Estado e religião).

Exemplo: Você professa uma religião que pratica o sacrifício de animais, mas migra para um país onde tal ato é crime. Você poderá, sim, continuar seguindo este credo, mas apenas dentro do que permitem as leis e a moral daquele país, e não mais poderá, portanto, sacrificar animais – sob pena de ser processado e até mesmo deportado. Assim deveria-se proceder frente ao Islam e suas práticas inconciliáveis com nossas normas e hábitos que constituem o alicerce de nosso tecido social.

Se Deus quiser, vamos escapar dessa e manter o direito de professar as fés que nos conduziram ao atual estágio de desenvolvimento e convivência pacífica. Mas é bom começar a orar (e agir) desde já.

 

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15 comentários sobre “Muçulmanos no Brasil querem fim do Judaísmo e do Cristianismo: Não diga?

  1. O Islamismo não é uma religião como as outras, ele absorve, regula, determina todos os hábitos de seus fiéis. Por causa disso, não existe governo de país islâmico que não seja uma teocracia. O que deve ser colocado em discussão é: O Islamismo é compatível com o modo de vida ocidental?
    Um abraço.

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    1. A resposta é um sonoro não, meu amigo – o que nos conduz a pergunta seguinte: como aplacar uma seita praticada por 1/7 do planeta e cujas proles superam em cinco vezes a natalidade de cristãos e judeus? O futuro do planeta é muçulmano, a menos que alguém responda a segunda questão…abraço.

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  2. Não sei se o amigo conhece Dietrich Bonhoeffer (se não conhece, deveria). Ele foi um pastor que viveu durante a 2ª GM. ele fez parte de um grupo que executou um plano para assassinar Hitler. Hoje é fácil entender e apoiar a sua causa, mas à época, ela foi bastante controversa. Primeiro porque para o povo alemão, Hitler era um líder bom e carismático; Segundo porque assassinato é algo moralmente reprovável, ainda mais para alguém que se diz cristão.

    O plano, obviamente, falhou e Bonhoeffer foi preso e enforcado. Quando questionado sobre a moralidade de seu ato, respondia algo como: “Às vezes não é uma escolha entre bem e mal; às vezes a escolha é entre um mal menor e um mal maior.” Em outras palavras, um ato de assassinato poderia ser a escolha “cristã” se fosse a justifica para barrar um genocida. Hoje mesmo quem não conhece Bonhoeffer e sua tese, não tem como discordar de suas palavras.

    O ponto é que, talvez, chegará um ponto em que Cristãos precisarão endurecer (os judeus já entenderam isso) contra os que os atacam, ou seja deverão escolher entre o mal menor ou o mal maior. Chegará um ponto em que ignorar e dar a outra face não será moralmente (e nem religiosamente) aceito.

    Concluo com uma frase do próprio Bonhoeffer: “Entramos em um tempo em que o pensamento não pode mais ser o luxo do espectador, mas deve se colocar inteiramente a serviço da ação”.

    PS: Vale MUITO à pena conhecer a vida e obra desse cara.

    PPS: Só de escrever sobre ele, meus olhos marejaram, hehe…

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  3. Como os cristãos irão corrigir a longo prazo a promiscuidade e a imundície banalizada em seus países? Como irão pregar valores a um povo consumido pela mídia, voltados a homossexualidade e ao sexo livre? Como irão resgatar valores que se perderam a tempos? Teremos que chacinar todos e recomeçar do zero? Preocupe-se em endireitar essa gente para o caminho reto, as mulheres a serem discretas e se vestirem com modéstia, aos homens a não banalizar o sexo com várias parceiras sem compromisso algum aos laços familiares. Como acabar com os bandidos que nos matam a cada esquina por trocados???? O país é cristão ainda, se a religião prega valores sólidos e morais, então o seu povo não precisará de outra religião que os preencha, que prega valores a cerca de toda a área da sua vida, como o Islam. A maioria dos muçulmanos no Brasil são brasileiros convertidos, nada satisfeitos com a religião de seu berço. Então, encontre os meios para reerguer os valores morais e religiosos do cristianismo, então nenhum cristão irá se converter ao Islam. As pessoas pensam sempre em atacar as falhas dos outros, mas nunca pensam em corrigir as suas, pura hipocrisia. Eu seria cristã se encontrasse os valores morais e religiosos que um povo precisa, mas sempre quando tento, encontro muita hipocrisia e vejo aos poucos uma trama de genocídio surgindo por aí.. “Não vamos dar a outra face como Cristo fez”. Isso foi tão simbólico, acho que ele queria dizer não pague o mal com mal, seja mais inteligente que isso. Passar bem!

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    1. Teu comentário comete suicídio na 2° linha: o “povo consumido pelo sexo livre” não é cristão – muito pelo contrário. Mas que bom que encontrastes finalmente uma “religião” (entre aspas por ser, em verdade, uma ideologia incompatível com o modo de vida ocidental) para te subjugar e rebaixar como desejas, Liliane. Passar bem também – se você conseguir.

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      1. Como os cristãos irão corrigir a longo prazo a promiscuidade e a imundície banalizada em seus países?Como os cristãos irão corrigir a longo prazo a promiscuidade e a imundície banalizada em seus países?( Primeiro paragrafo, a frase é interrogativa). (a promiscuidade é dos não cristãos).
        Como (os cristãos, implícito)irão pregar (verbo pregar no sentido de ensinar, emanando ensinamento, no caso (valores cristãos) a um povo) valores a um povo (o povo a quem ela se refere não são os cristão), no entendimento da frase ela diz que os cristão pregarão a um povo) consumido pela mídia, voltados a homossexualidade e ao sexo livre? Como irão (os cristãos que vão pregar a esse povo) resgatar (no povo os valores) valores que se perderam a tempos?

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  4. Eu sou a favor de unir nossa fé formar “egregoras” pessoas focadas em paz, amor e respeito” poderosas de orações por nosso país, e para que os governantes sejam eleitos de verdade para governar pelo bem da nação e respeitar os direitos do povo, e não em favor do próprio bolso, como fazem em sua maioria, e não “seletos” como acontece. quando julgamos e discriminamos seja o motivo que for piora, quando emanamos, amor, paz, alegria e respeito, criamos um mundo melhor para nós, e para quem está em nossa volta, quando cada um de nós assumimos a responsabilidade de se amar e amar e respeitar o próximo, isso sim muda o nosso mundo e tudo que está em nossa volta. O julgamento, a discriminação e o ódio só geram mais injustiça e maldade, somos um e ao mesmo tempo somos todos

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    1. Primeiramente, os cristãos só podem tentar corrigir qualquer defeito de nossa civilização pregando a palavra de Cristo. O livre arbítrio descrito no evangelho nos impede de forçar ateus a fazer qualquer coisa que seja. Devemos tentar persuadi-los da importância de nossos princípios de vida, mas jamais ameaçá-los com a morte em caso de discordância – procedimento comum de uma religião cujo deus é pura vontade como o Islã.
      Em seguida, nunca esqueçam que religião alguma é tão baseada em sexo quanto o Islã: casar (e fazer sexo) com 4 esposas de diferentes faixas etárias – algumas de 9 anos; paraíso com 72 virgens que não deixam de ser virgens; quer mais putaria que isso? Assim fica fácil atrair correligionários da esquerda…

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  5. Não nós Brasileiros que amamos nosso país, eles com certeza responderão pelos atos deles, devemos fazer nossa parte, nós desejamos a paz, em nosso país em nossas vidas e em nossa nação, deixe eles no mundinho deles, vamos fortalecer o que queremos, eu não luto contra eles, eu amo a paz, sou a favor da paz, e essa começa dentro denosso coração, quando temos paz em nosso coração, e emanamos isso, nossa vida muda, e cada um de nós assumir nosso dever de cumprir nossa missão, igual atrai igual, eu sou a favor da Paz, paz, paz, respeito, amor, amor,

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  6. Também sou a favor da paz. O ponto é: “O que é a paz?” É ficar calado e não omitir opinião para não ser agredido (como acontece no Oriente Médio e em países comunistas)? É mudar a toda uma cultura para adaptar-se a uma religião estrangeira em seu próprio país para “evitar confrontos” (como na Europa de fronteiras abertas)? Ou é ter a plena liberdade de professar qualquer religião, sem medo de represálias (como ainda o é na América)?

    A paz não é uma figura linda com todos de mãos dadas, ao por do sol, cantando “Imagine” e soltando pombas na beira da Lagoa Rodrigo de Freitas. Isso é infantilidade e imaturidade. Só serve para postar no “Insta” e mais nada. A paz de verdade, se alcança, infelizmente, mediante a força e a ameaça de sangue a ser derramado. Não à toa, os romanos (que são um dos alicerces do mundo ocidental) cunharam o termo: “Se queres a paz, prepara-te para a Guerra”.

    O amor ao próximo, o altruísmo, a caridade, não são causa, mas consequências de uma sociedade que pode expressar-se livremente. Mas essa liberdade cobra o preço da força, da luta e do sangue de mártires. É dizer aos inimigos: “Nos deixe em paz e não será preciso a guerra. Ousem nos ameaçar e sofrerão as consequências”.

    Qualquer coisa fora disso (twitaço, fóruns sociais, etc) é mera utopia de burguês socialista-caviar!

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    1. Respondendo o que é paz para os muçulmanos: é o momento em que todos estarão submissos à lei islâmica. A partir deste conceito extraído do Alcorão, o Irã estaria “em paz”, e o Estados Unidos não.

      Assino embaixo do comentário do colunista Leonardo. Abraço

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    2. Concordo: a paz exige entendimento prévio dos direitos e deveres de cada um. Não se pode tolerar que modos de vida diferentes ameacem o modo de vida das pessoas em seus próprios países.
      Também pensei em “Imagine”…
      Um abraço.

      Curtido por 1 pessoa

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