Não dá para chegar ao cume sem o esforço da escalada

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Artigo pubicado no portal VOLTEMOSADIREITA.COM:

Os efeitos danosos de treze anos de PT ainda não são totalmente mensuráveis. À luz da história, sabemos que o tamanho do rombo só será esclarecido às próximas gerações.

É notório que o blecaute iminente provocado pela má gestão petista há de atingir não apenas o setor elétrico. Há escuridão intelectual, econômica e cultural. Como disse o senador Cristovam Buarque, o PT “corrompeu mais do que a politica. Corrompeu a inteligência e o caráter”.

É isso! A sistemática louvação da incultura, a desvalorização das autoridades e o enfraquecimento da educação deixarão marcas indeléveis numa nação que muitas vezes confunde vícios com virtudes.

Reverter o que está sendo gerado no Brasil demandará tempo e paciência. Desimplantar da cabeça das pessoas que é impossível chegar ao cume sem o esforço da escalada exigirá mais do que boa vontade.

Desfazer o feitiço esquerdista é imperioso, não importa quão impopular. É preciso trazer a realidade de novo à baila. O assistencialismo comprador de votos ultrapassou o esqueminha “dar o peixe ao invés de ensinar a pescar”, mas sim, prometeu cardumes ilimitados a quem não ambicionasse mais do que um salariozinho mantenedor da mais frugal sobrevivência.

Reeducar as pessoas para que se desentoquem de debaixo da saia do Estado-babá e batalhem a vida será uma tarefa gradual e inglória. Quem fechar a torneira receberá a pecha de vilão no instante, entretanto, contará certamente com a absolvição da história.

Acabo de ler Duma Key de Stephen King, uma história de superação. Um empreiteiro bem sucedido sofre um acidente em que perde um dos braços. Enfrenta momentos de angústia, dor e depressão, mas se redescobre ao permitir-se dar vazão a uma velha paixão: a pintura.

O entorno sobrenatural com que King adorna a história beira a irrelevância, e está lá porque é o ganha-pão do autor. O marcante nela, contudo, é a capacidade que o ser humano tem de se erguer ante as mais penosas adversidades e, com empenho e disposição, transpor as barreiras que lhe foram impostas.

Há muitos casos reais, que costumam ser explorados durante os jogos paralímpicos, de pessoas que superam limitações e não aceitam a imposição de coitadismo.

Histórias de superação são sempre belas porque não apelam a coletivismos baratos e chororôs politicamente corretos. São meritocracia pura, força de vontade, transpiração.

A esquerda cria vítimas para depois fingir que irá salvá-las. E acha que seus petrolões e mensalões se justificam perante os pobres.

Suas vítimas de estimação.

Não dá para chegar ao cume sem o esforço da escalada. Reensinar esta verdade é uma das mais prementes necessidades do Brasil.

Por Renan Alves da Cruz

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